Quarta-feira, Abril 30, 2008

"...amanha vai ser outro dia...."

E hoje, ja eh.

Segunda-feira, Abril 28, 2008

Fucking.pissed.off.
Must.cool.down.
Frakin'.incompetent.as*hol*s.

Sábado, Abril 26, 2008

Existe algo mais chilled out que Jack Johnson?

Sexta-feira, Abril 25, 2008

Filosofias inconstantes

Cara... existem pessoas e pessoas e mais pessoas. E existe o que eu espero, o que eu gosto, o que eu preciso -- por assim dizer -- de cada pessoa que existe na minha vida.

Rola um certo medo, rola uma vontade de gritar de vez em quando, rola comunicação. Mas especialmente, rola distância. Física, mais do que tudo, que acaba se transformando em outras distâncias.

Ao que me parece, a vida é sempre assim: quando um lado tá bom e forte, ou nascendo/crescendo e se fortificando, invariavelmente o outro lado fica de lado e esquecido. E eu sinto saudade.

Eu sinto saudade das tiradas incríveis da Iane (que, pra quem quer saber, eu considero uma das pessoas mais geniais que eu já conheci).
Eu sinto saudade da Ana, sempre (ou quase) calma e servindo de mediadora.
Sinto saudades das pequenas coisas da Tubi... pequenos sorrisos, ou ligações inesperadas.
Sinto saudade de comer no Spoleto com a Sofia.
Saudades dos bolhudos, todos. Agregados e afins.
Sinto saudade do meu irmão.

Falta na minha vida, no momento, um Pedrinho e um Guilherme. E um Lucas também.
Falta um pouco de Isabela no Largo do Machado, e um pouco de Posto Nove.
Falta um muito de Avós, entre outros membros familiares.

Me falta a minha tão bem construída adaptação.
(Não me falta a loucura de uma época ainda recente.)

No começo de uma vida nova, falta-me coisas da vida antiga.

Mas, em geral, o que eu sinto é saudade. E saudade é bom porque saudade dá, e saudade passa (ou não).
Mas o fato é que saudade é algo específico, e não necessariamente eu sinto saudade dessas pessoas/coisas pelo que elas são hoje (apesar deu, sim, sentir FALTA delas, e isso sim é pelo que elas são hoje. E é uma outra história.)

Num momento como esse, sinto saudade até do que nunca tive. Julias e Carolines.

Sinto-me distanciada não só do Rio, algo que já venho lidando com há alguns anos (!), mas também lidando com a distância estado-unidense. Tudo me parece tão longe, e tão perto.

Cadê as Satyas da minha vida? E Kuntis, e Shaktis, e Rohinis, e Nalinis, e Carolines, e Lucianas, e Tatianas, e Melissas, e Miykaelahs, e Kats, e Emilys, e Micahs, e Nates, e Gopals, e Gabes? Tá todo mundo lá, como sempre esteve. E como sempre estará.

A questão é aprender a lidar com isso tudo. Quando acompanhada, esses pensamentos nem passam pela minha cabeça. Inclusive, creio eu, caso estivesse ao alcançe (alcançe é com ç?) de qualquer uma dessas pessoas, acabaria não mantendo o contato que tanto sinto falta.
É mais uma 'safety net'. Saber que tá lá, mesmo sem usar.

E tudo tá. Eu só preciso computar que não é a livre acesso. Mas tá lá.

(E isso foi escrito pra você.)

(não é meu por mero acaso.)

e ninguém nunca saberá

para fermina daza

vou te contar uma história. uma história que ninguém nunca saberá. uma historia assim de amor. clichê, de amor.

a gente se amou. como nunca ningém antes se amou. um amor gostoso, inocente, de novidade, de descoberta.
pegava sua mão, meu toque macio e gélido, assim como você nunca vai esquecer. segurava-a e iamos juntos tracejando a mais nova e inédita semi-circuferência...

embriagados no nosso amor e de cachaça. cachaça? ou conhaque? digamos rum de uma vez por todas. bêbados, teu riso bêbado, minha risada estúpida. aos tropeções caíamos, feito dois bêbados. pois eramos, não?

de caída em caída. te encontrei caída no chão, me olhando com olhos que não me recordo, pois era escuro. teu olhar me arrepiou ou foi o frio? fazia frio, eu me lembro, resquícios daquele julho ainda em agosto. lembra daquele julho? enfim... no mínimo os dois.

todo um ecossistema complexo, cheio de microorganismos e vida em baixo. sabe, talvez ainda fizesse frio por causa do sereno, é... talvez fosse o sereno. em cima, outro ecossistema, ainda mais complexo que o primeiro, povoado por microorganismos chamados estrelas ou talvez pontinhos brancos brilhantes.

ponha-se de lado o frio, os ecossistemas e o sereno. tudo era você. naquele instante você era tudo. te juro, meu amor, nunca em todo esse tempo te amei tanto quanto em nossa queda bêbada, naquele nosso primeiro encontro. te amei de um tanto que te quis. e naquele olhar que o escuro não deixava enxergar, vi não estar sozinho.

cumprimos nossa promessa.

tive pra mim os lábios mais lindos meu deus, os mais lindos de todos! aqueles eternamente desejados. mas houve um constrangimento. meus lábios tímidos não podiam crer. beijar você. seria certo? errado? que diferença fazia... impulsionado por um desejo incontrolável de ter toda pra mim e não esquecendo do álcool, te fiz toda minha, atendendo aos meus desejos.

as bocas relaxaram, foram se descobrindo, se entendendo. viramos um beijo só, numa harmônia maquiavelicamente perfeita. perfeita. era úmido e gelado e ao mesmo tempo seco e quente.

as mãos já agiam por conta própria. encontravam os rostos, de um toque suave com as costas das mãos escorregavam pelo cabelo até a nuca. da nuca, desciam velozmente até a lombar, a curvatura da lombar, sempre amei-a já te disse? e de lá passavam pela barriga, que sentia frio dos resquícios de julho em agosto. e paravamos por aí. por timidez? creio que não... não eramos disso. talvez por falta de necessidade ou ainda em sinal de respeito.

e foi isso. foi isso... as estrelas continuavam em cima da gente... umas dez horas... não devem ter passado de dez minutos.
procurei teus beijos no escuro e encontrei um não. a embriaguez acabara em e com você. em mim também. creia!

sim, minto, confesso. bêbado de teus beijos como um cachaceiro de pé sujo que trocando os pés pede por mais cachaça. precisa sempre de mais cachaça. precisei mais de teus beijos. mas a razão, estúpida invenção do homem, tomou conta de você. e vi não. vi teus nãos.

era hora de dormir já. fazia tempo de tudo, mas ainda precisava de teus beijos, como numa crise de abstinência. meu orgulho já nem existia, não me deixei tomar pela patética razão. que vergonha um ser sem orgulho poderia sentir? te supliquei então. por mais um. um beijo de boa noite, de despedida, de adeus. vamos, nomeie do que quiser, o beijo é teu.

sei que me amava, e via em mim um você sem influências racionais que quis sempre. me amou. concedeu aquele último beijo que se transformou em últimos e eternos.

e morria ali. no beijo cedido o maior amor que a terra já conheceu.

Domingo, Abril 20, 2008

Note to self:

Da proxima vez, deixa de ser boba, passa por cima do medo e lembra que uma amizade (qq amizade de valor) vale mais do que o seu medo.

Estranho como o conselho dado acaba servindo como conselho recebido.

Quinta-feira, Abril 10, 2008

Something old, something new,
Something borrowed, something blue.

Essa semana eu podia ser o meu proprio something blue.

Nome: Alice...
Idade: 23 anos
E-mail: identifique-se e me pergunte...


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