

E era com uma força tal que a raiva vinha que nem se reconhecia.
Porquê, meu deus, porquê?
Estava verdadeiramente triste.
Em um nível tal que nunca havia experimentado.
Não chorava. Apenas existia.
Nem pensar mais conseguia. Era trabalho demais.
E assim, sentada na grama, viu um abajur se acender ao longe.
Quanta raiva podia caber num ser tão minúsculo? Aparentemente muito mais do que imaginava.
E ali ficou, olhando pr'aquela luz recém acesa, imersa demais no sentimento para tomar qualquer ação.
Quando deu por si, já tinha escurecido.
I like to bring about the childshiness in you, ahoo ahoo, ahoo ahoo.
I like to bring about the childshiness in you, ahoo ahoo...
-Natalie Carter.
Pra mim, basta um dia. Nao mais que um dia, um meio dia.
Me da soh um dia, e eu faco desatar a minha fantasia.
So um belo dia...
Pois se jura, se esconjura, se ama
e se tortura e se atura e se cura a dor
na orgia da luz do dia .
Eh soh o que eu pedia.
Um dia pra aplacar minha agonia.
Toda sangria,
todo veneno de um pequeno dia.
Soh um santo dia...
Pois se beija, se maltrata, se come e se mata,
se arremata e se acata se trata a dor
na orgia da luz do dia.
Eh soh o que eu pedia, viu?
Um dia pra aplacar
minha agonia,
toda sangria,
todo veneno,
de um pequeno dia.
Amo-te.
Amo-te muito.
Amo-te um tanto.
Já tentei não amar-te tanto. Ou muito.
A mim me parece impossível.
E fico feliz.
(Existe um rombo no meu coração também, mas prefiro tê-lo.)
Amo-te um bocado.
Amo-te do fundo do meu coração de melão.
Arrisco até a dizer "Je t'aime".
Na falta de palavras novas, posso repetir amo-te até ficar sem voz.
Porque é a primeira coisa que me vem à cabeça quando penso em ti.
Amo-te.
De verdade.
Ele nao sabe nao, viu?
E as vezes da como um fio.
Eh o mundo que anda hostil.
O mundo todo eh hostil.
Nao vao embora daqui,
Eu sou o que voces sao.
Nao solta da minha mao.
Nao solta da minha mao.