

Sorrisao bonito divertido com jogos de cartas e dados.
E mais vaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarias novas palavras... meu irmao ja sabe contar ate CEM!
Hehehehehe....
:-)
Off I go.
Como eu me comunico com minhas primas: gestos e poucas palavras. Dentre elas:
Bom dia.
Boa noite.
Olá!
Quê????
O quê?
Muito bom!
Sim.
Não.
Eu não sei.
Certo!
De acordo.
Obrigada.
Como diria a Isa, meu vasto vocabulário de Hebraico.
Gah! To em Israel!
Tudo aqui é trocado, inclusive o lado da setinha do windows e a seta da direita vai pra esquerda e vice versa.
Sao 10 da manhã aqui, 6 da manhã no Rio e 3 da manhã em Hurleyville.
Eu tô virada desde ontem 8 da manhã de NY (1 da tarde em Israel e 11 da manhã no Rio) E tô com jet lag.
Ou sejaaaaaaaaaa... Domingo pra mim não existiu. Mentira pra mim hoje ainda é Domingo apesar de já ser Segunda.
Confuso, muito confuso. E de alguma forma eu desconfigurei o teclado do MSN. Aí a gênia aqui digita no word e passa pro messenger, senão sai tudo assim ó:
שדגלךחלגחד
Já viu, né?
Ai deus... quanto tempo será que eu levo pra me acostumar?
Off I go..
Sabe, às vezes eu sinto falta de escrever. Sentar e escrever. Sem motivo, sem parar. Fico sem paciêcia. Tenho tanta coisa pra dizer e ao mesmo tempo nada. Lembra da época que eu sentava e escrevia? E saía um texto lindo, todo cheio de coisa e tal. Eu sinto falta disso também. Mas ao mesmo tempo não. A maioria das vezes que eu escrevia algo do gênero era porque eu estava passando por algo ou queria dizer alguma coisa pra alguém. Hoje em dia eu não sinto mais essa ânsia, esse desejo.
Outro dia eu estava pensando em algumas pessoas que fizeram parte da minha vida e me fizeram quem eu sou, mas não têm mais infulência. Pessoas que me ajudaram no colégio, que me deram alegrias e tristezas. Me ensinaram e me desapontaram. E tem dia que eu acordo morrendo de saudade. De um certo tipo de intimidade que só se tem com algumas pessoas. E saudade da amizade forte há muito perdida.
Cada uma dessas pessoas tem algo que eu amo. Acho que nunca deixei de amar nenhuma delas. Em nenhum momento... por mais triste e magoada que eu tenha ficado, por quaisquer motivos de being apart. E principalmente, depois de ficar quatro meses longe do lugar onde fui criada, com família e muitos amigos dos quais eu sinto falta, eu me pego pensando como aquela pessoa de tantos anos atrás reagiria se eu contasse certas coisas, como eu sinto saudade de certos colos e certos abraços e certas coisas que - não tem jeito - eu nunca vou ter de volta.
Sabe do que eu mais sinto falta? Dos abraços. Daqueles que só quem realmente me conhece já recebeu/deu. Porque abraço é que nem beijo, né? Impossível dar sem receber e vice-versa.
Nostálgica de outras épocas eu paro e olho uma foto que está aqui a minha esquerda. A foto me olha e me sorri. O sorriso mais sincero e lindo e o olhar mais cheio de amor que eu já vi. E é essa configuração, essa coisa linda que me puxa de volta, todas as vezes que eu me pego viajando e me deixando levar por sentimentos que não existem. E é por ela que eu estou aqui. E é por ela que eu sou quem sou, vivo o que vivo.
E - uma vez desabafada - agora, com o sorriso que a foto produz na minha cara e os olhos cheios d'água sem motivo aparente eu vou-me.
Volto à minha rotina, volto ao meu mundo. Até um dia em que eu me perca em meus pensamentos ou nos olhos de novo.