

T.G.I.F.!!!
Je ferai un domaine
Où l'amour sera roi
Où l'amour sera loi
Où tu seras reine
Je t'inventerai
Des mots insensés
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Step by step, heart to heart, left right left
We all fall down, like toy soldiers
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Não quero que você vá embora...
Preciso de você mais um pouco comigo!
Por favor.
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but I'm a creep, I'm a weirdo.
What the hell am I doing here?
I don't belong here,
I don't belong here.
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Estou pra matar um lá na UFF...
Não...
Não sei dizer se estou feliz ou triste.... No momento estou cansada. E muito. Fui pra São Paulo no feriado, me diverti horrores, principalmente com os ataques de bobeira da Bia ("Eu so tenho problema em todos os buracos da cara" caraca... o que é isso???), com os COLEGAS da Zaira e com a Sofia tentando me acalmar na montanha russa "Dó, dó ré dó, dó ré mi ré dó...".
Fomos ao Play Center, em uma lanchonete americana a la anos 50 (comida ruim, mas vale a visita), passeio no higienópolis, filme no unibanco...
Ainda vi a Naiá (EEEEEEEEEE!!!!!), consegui ir na Jo, a Lara tá gigante, o Buga continua xingando tudo e todos... Foram dias gostosos...Muita morgação, muita risada... passeio na vila madalena, piadas internas com as pessoas da mesa (que coisa feiaaaaaaaa!!!!). O único chato foi que invadiram o micro da Manu, coitada, nem era ela que tava usando e o pai dela trabalha com isso, ficou um clima chato e talz... Mas... ai ai... o que se pode fazer?
De resto, foi tudo muito bom...chuva na Liberdade, yakisoba, o exorsista... a Zaira deixando a máquina dela comigo e eu batendo fotos a la Alice Reed... foi bom, foi bom...
É... relembrando isso agora, acho que estou mais pra feliz que pra triste... Mas é fato que preciso dormir. E MUITO!
*Ouvindo... "Baby turn around and let me see that sexy body go bump bump bump"...*
Duas simples bocas podem fazer maravilhas,
Com duas simples almas.
Das bocas, pra mão que faz carinho.
Da mão que faz carinho pro corpo nu.
Do corpo pra vontade de virar um só.
Dor no coração, líquido que sai feito escorregão.
Desejo que tudo acabe logo, senão morrerei.
Desejo que tudo dure eternamente, senão morrerei.
E quando acaba... desejo de comer doce,
Beber água, fazer xixi...
Ter um travisseirinho...
Dormir acariciando os cílios
E, se possível, ter muitos filhos! Senão morrerei...
E sei que, matando você, morro também um pouquinho...
Sexta-feira, Abril 08, 2005Pedido de ajuda que me preocupa e não sei como agir. Você não faz isso normalmente. E quando te procuro, a guarda está levantada. Não sei se é pessoal, creio eu que não seja, mas para baixá-la, o convívio é necessário. E o convívio deixou de existir. Me preocupo. Me procure! Não se feche, não se isole, não me assuste com seu pedido de ajuda. E lembre-se sempre, sempre, sempre: Te amo.
Sexta-feira, Abril 01, 2005Me pediu uma poesia,
Dessas que eu sei que não faço.
Mas me pediu e eu fiz.
Pus meu coração, meu corpo, minha alma.
Tudo o que sempre quis dar e nunca pude.
Tudo o que eu sempre quis falar e não pude.
Tudo o que eu sempre quis ser e não pude.
Sou tua, sim sou tua.
Me fascina como ninguém mais.
Me encanto e me dobro e finjo.
Finjo que não me importo, finjo que não tenho ciúmes,
Finjo que não és quem não queria que fosse.
Ponho aqui todos os sentimentos
Que ninguém sabe que tenho.
Tudo volta à minha mente, claro agora, tudo, tudo, tudo.
Tudo o que nunca fomos pelo simples fato que não podíamos ser.
No fundo ainda sei que, um dia, você vai saber que isso é para você.
O amor que me foi negado, as risadas que existiriam, o choro inevitável.
Preciso, sim, preciso.
Que você exista, que você fale, que você respire.
Ou um outro de você, para que eu possa, finalmente, enterra-lo.
Me pediu uma poesia e eu fiz.
Não é bonita, nem rima.
Mas é minha. Porque você pediu.