Quarta-feira, Junho 24, 2009

Happy Birthday, Beloved!

Segunda-feira, Maio 11, 2009

In need of a place to stay in Paris. Free, if all possible.

Domingo, Maio 03, 2009

Triste sem a nossa éguinha favorita. See you soon, little Lucy Locket.

Sexta-feira, Abril 17, 2009

Be nice to your web-footed friends, for a duck could be somebody’s mother…

Segunda-feira, Março 16, 2009

Don't wake me I plan on sleeping in.

Quarta-feira, Março 04, 2009

Deus, é Março!

Segunda-feira, Fevereiro 16, 2009

Lord, in the memory of all the saints who from their labours rest, and in the joy of a new beginning, we ask you to help us work for that day when black will not be asked to get back, when brown can stick around; when yellow will be mellow; when the red man can get ahead, man; and when white will embrace what is right. Let all those who do justice and love mercy say Amen! Say Amen! And Amen!

Pastor Joseph Lowery, 20 de Janeiro, 2009

Amen.

Quinta-feira, Janeiro 22, 2009

(...) E estávamos todos num quarto, no escuro, no meio da madrugada, fazendo nada por opção. E existiam outros aspectos loucos, como uma guerra de algo e os tempos eram difíceis, cheios de medo; e a juventude (na época em que éramos jovens) nada podia fazer contra os males então impostos, além de manter-se junta, unida, cultivando a famosa esperança, que é, de fato, a última que morre.

E o meu coração ainda estava remendando. Cuidando de si, mas aos poucos baixando a guarda. Sendo completamente honesta, a guarda já estava baixada. E tudo corria bem até o momento em que a explosão aconteceu. Com todo o medo e susto do lado de fora, a explosão interna assustou mais do que o esperado.

Me lembrou um filme que naquela época eu ainda não tinha visto: “Lost and delirious”.

O coração, atordoado e confuso, não conseguia pôr ordem nos acontecimentos. Não conseguia entender o motivo de tais ações.
E você... você olhava pra mim com despreso e sofrimento, também. Com raiva e impaciência. Como se todas aquelas coisas tivessem voltando, tivessem voltado.

E eu... eu não entendia. N’outras épocas eu teria entendido. Teria fingido não entender, mas bem lá no fundo teria entendido. “Every time you go too far... you know it.”
Mas dessa vez... dessa vez eu não entendia. Não conseguia nem imaginar o motivo, algo que tivesse servido de estopim. Nada.

Meu mundo – ainda se reconstruindo – aos poucos começou a desmoronar. A dor voltou – mais forte que nunca – e a única coisa que fazia sentido era sair dali. Sumir dali. Mas a guerra lá fora impedia qualquer ação desse tipo e tudo o que eu fiz foi te confrontar e tentar entender... e quando as coisas não mudaram fiz a única coisa possível... (...)

Terça-feira, Dezembro 30, 2008

Corais do São Vicente – 15 anos


Pois é… 15 anos…

A minha vida corre paralela a 3 entidades, duas delas sendo o próprio Colégio São Vicente, onde estudei dos 6 aos 17 anos, e a outra “O Coral”. Não importa qual coral, quantas pessoas tinham ou quem regia. Eu fiz parte de corais no SVP mais anos do que eu estudei la.

Em 1993, no auge dos meus oito anos, começou no São Viça o Coral Aberto. Crianças passavam a primeira hora com a Norma Nogueira e os “adultos” com a Patricia Costa. Depois de um tempo juntava tudo e todos e era uma cantação só.

Não lembro quando o conceito de “Coral Aberto” deixou de existir pra dar lugar a vários menores corais, mas sei que eu cantei com a Norma até meus 10 anos. Nos primeiros 6 meses de 1996 eu não cantei. Acho que esses são os únicos meses de 1993 até pelo menos 2003 que eu fiquei sem cantar.

Em 1997 eu entrei pro “Coral do Ginásio”… É, agora eu era gente grande! O coral era composto por 7 ou 8 meninas, a grande maioria um ano na minha frente. Nesses anos de “Coral do Ginásio” – eu já não me lembro bem – a Patricia dividiu a regência com a Mari Warth e a Malu Cooper. Bons tempos… Eu lembro tão claramente um dia que a gente conseguiu irritar a Malu de uma forma surreal. Não lembro bem porque, mas ela tava mostrando uma música nova e acho que a galera não tava levando a coisa muito na seriedade. Bicho, eu só vi a Malu brava de verdade umas três vezes na vida. Essa foi uma delas. Show do Mar no fim do ano, se eu não me engano.

Em 98 o CD Compacto Tempo foi gravado. Dessa gravação o que eu lembro é que tinha voltado o horário de verão, e teve um monte de gente perdendo a hora.

1999. Esse foi um ano importante pra mim. 40 anos do São Vicente. Uma festa enorme, a gente prestes a lancar o tal cd… Mas a vida tinha outros planos, e o diretor do São Viça – querido por muitos, respeitado por praticamente todos – o nosso famoso Padre Almeida passou dessa pra uma melhor.

Eu lembro tanto da comoção que isso causou. A dor no peito de muitos. Lembro de abraçar uma das coralistas mais veteranas – que não tinha nem estudado lá – e ela só conseguir dizer “Tão perto… por tão pouco…”. Lembro da maior roda de alunos no pátio do colégio rezando um Pai-Nosso.
Eu não sou católica, mas eu rezei tambem.

A estreia do cd foi, claro, adiada. E quando finalmente aconteceu, a emoção ainda era muito, muito grande – especialmente quando entre uma música e outra tocou a nona faixa do disco, “Invocação à São Vicente”, com uma participação especialíssima. Uma voz única e serena, cantando em Latim.

Em 1999 tambem foi criado o “Coral do Concurso”, vindouro São Vicente À Cappella. Um coro que você precisava passar um teste vocal pra entrar. Lembro bem do dia que o resultado saiu. A Patricia passou de sala em sala dizendo que em 15 minutos a lista ia tá na coordenação. Eu tava tendo aula de química com a Isabella. Eu pedi e ela deixou eu sair 3 minutos antes e pro meu alívio lá estava meu nome.

Um fato curioso é que o único lugar em que eu era Alice Müller era no coral.

Os ensaios pro Coral do Concurso (II Concurso Nacional de Canto Coral da Funarte – nome completo) eram basicamente aos Sábados, de 1 às 4 da tarde. Chegando mais perto da data, ensaios extras foram adicionados às terças a noitinha.

Esse coro era puxado. Em alguns vários momentos eu tive vontade de deixar de lado, deixar pra lá. Mas todas as vezes que algum pensamento do tipo ocorria rolava uma sacudida da minha própria consciência – e um empurrão dos meus pais – de que valia a pena continuar.

Em Outubro daquele ano fizemos historia. Havia duas etapas: semi-final e final. Na semi-final cantamos Sã Qui Turo e Volte Para o Seu Lar, além peça de confronto: Duas Bucólicas (devidamente apelidada de “As Cólicas” na minha partitura. “Era um vale de um lado seus verdes, suas brancuuuuuraaaaaas”). Eu nunca tive dúvida que a gente fosse passar pra final. Mas uma vez nela, sendo completamente honesta, a certeza era de que a gente não ia ganhar: as duas melhores músicas tinham ido na apresentação anterior e eu não achava que tínhamos algo que fosse pegar, impressionar mesmo.

Doce ilusão.

Competindo com a gente tinha um coral de Brasília que – eu tinha certeza – ia ganhar em primeiro. A esperança ficava, então, com a segunda colocação. Tensão maior no anúncio dos colocados. Terceiro… Coral Blá Blá Blá (pra quem não entendeu, eu não lembro o nome). Parabéns, claps claps, uma festa. A coisa acalmou. Hora da verdade: Em Segundo lugar… Não foi a gente. O coral todo de mãos dadas e foi como se a corrente tivesse sido cortada. “Não ganhamos nada…” Desapontamento é eufemismo. Depois desses meses todos, mesmo passando pra final... nada. ...

Eu nunca nem ouvi o nosso nome sendo chamado, porque assim que o MC anunciou “Empatados em primeiro lugar… “ o coro todo explodiu num berro só. Primeiro lugar. Empatados com o coral que eu tinha certeza que ia ganhar. Cada hora, cada minuto ensaiado. Cada esforço pra “perder um Sábado”, deixar de ir num cinema, cuidar da voz… Aprender na marra a ler um mínimo de partitura. Risadas, aiúdas, Petropólis… Choros e raivas e uma carta mencionando cada coralista antes de cantar e tudo. Absolutamente tudo tinha valido à pena.

O “Coral do Concurso” continuou – como não continuar?! – e mudou de nome. Ou melhor, ganhou um nome. São Vicente À Cappella.

Em 2000 (se eu não me engano!) cantamos no Teatro Municipal de Campinas. 3 cidades em 2 dias – mas talvez isso tenha sido em 2001. :)
Piracicaba, Holambra e Campinas. Em dois dias. Em Holambra cantamos com um coral de senhoras (e alguns senhores), e o coro foi dividido 3 coralistas cariocas pra cada 1 coralista Holambrês. A idéia era ir pra casa do coralista local pra tomar um banho, comer e descansar um pouco. Eu fui com a Alice Sales e a Camilla pra casa de uma senhora. O chuveiro daquela casa foi (e é, até hoje) o melhor banho que eu já tomei na vida. Não sei explicar porque, mas foi. A Alice tinha tomado banho antes de mim e quando eu saí eu comentei esse fato com ela: “Esse foi...” “... o melhor banho que eu já tomei na vida? Foi.”

2001 me marcou pelas amizades feitas. Esse é o ano que eu acho que eu estava na minha melhor forma. Notas sinistramente agudas não só eram alcançadas, mas eram alcançadas com “corpo” e algumas com uma facilidade até então inexistente. Esse foi meu último ano no SVAC.

Não lembro se foi 2000 ou 2001, mas em um 7 de Setembro teve uma apresentação na Casa Rui Barbosa que só de lembrar me arrepia. Nessa época a gente cantava uma bendita musica do Mignone (se eu muito não me engano): 6ª Missa. Um bilhão de vozes e notas precisamente difíceis de serem cantadas em uma certa ordem. Pro público geral ela sempre soava linda – várias vezes fomos aplaudidos de pé. Mas a Malu, encarregada da preparação vocal do SVAC sempre aplaudia com um certo olhar de “a gente passou isso no ensaio… devia ter soado melhor”. Pois bem. Nesse 7 de Setembro o auditório da Rui Barbosa veio abaixo em aplausos. E lá no meio da galera tava a Malu, aplaudindo de pé com o maior sorriso na cara. Eu tinha acabado de reparar nisso quando a Alice Sales disse baixinho “Meu deus! Olha a Malu!” Um orgulho de suor lavado sempre vem à tona quando lembro desse dia.

De 2002 a 2004 por motivos de força maior (e acho que porque era a minha hora mesmo) SVAC não rolou. Mas não cantar não rolava mais do que SVAC não rolar, então eu supria a minha necessidade de música no Coral do Ensino Médio, ou SVEM.

Pra ser bem sincera, era como se cantar no SVEM pos SVAC me colocasse num patamar acima. Pelo menos pra mim. (Feio, né? )

No SVEM eu virei monitora. Mó orgulhão. Eh bem diferente cantar no SVEM mas se eu fizesse uma comparação acho que os prós e contras em relação ao outro grupo seria tudo mais ou menos no mesmo valor.

De novo, amizades pipocaram e – talvez por ter menos “pressão” – a bagunça era maior. Shows temáticos “do rock”, “do Rádio”, “M’Água”... E no meio disso tudo eu me formando do colégio, começando vida nova... vestibular, faculdade, estresses. Mesmo depois de formada eu continuei indo aos ensaios do SVEM. No ano de 2003/2004 o coral era meu momento meu. Meu lugarzinho sagrado, meu abrigo. Aquelas duas horinhas semanais naquele auditório já tão cheio de História eram sagradas.

Mas... como a vida sempre prega peças, o que era doce se acabou: faculdade à noite e estágio de 10 às 14 conseguiram numa tacada só acabar com o resto da minha vida coralística. Tinha chegado o momento o qual eu nunca havia parado pra pensar: hora de me despedir do coral.

“Adeus, que trabalhar vou para todos! (Esse adeus estremece a minha vida)”
~Cecília Meirelles.

Julho de 2004 foi minha saída oficial do coral, apesar de ter cantado, uma última vez, na re-apresentação do M’Água em Março de 2005. Um último esforço pra aprender as músicas que ainda não sabia (que, modéstia à parte, eram poucas), estudo estudo estudo e as últimas apresentações foram (como a expressão em Inglês representa melhor do que qualquer outra em Português que eu consiga pensar no momento...)o perfeito going out with a bang.

Durante anos o show “Tanto Mar” foi o meu favorito. M’Água barrou ele mas com muitos, muitos pontos a mais.

No começo de Agosto me mudei do Rio pros EUA, e de lá, 2 anos e meio mais tarde, pra Inglaterra. Desde então, não tenho cantado. Perdi minha habilidade de alcançar notas agudas e estou mais pra contralto do que pra soprano I, naipe ao qual eu pertenci por mais de 5 anos. Mas eu sei.... é a falta de prática.

O que me fez escrever esse texto todo? Duas coisas: o convite da Cecela pra assistir o concerto de 15 anos de Coral na Sala Cecília Meirelles; e o convite da Débora pra cantar Volte Para o Seu Lar na mesma apresentação.

São Vicente e Coral são parte da minha vida, de quem eu sou e o uma boa parte do motivo pelo qual eu sou quem eu sou.
Cantar está no meu sangue, independende de alcançar as notas ou até mesmo cantar afinada.

Clareana, Peixinhos do Mar, Não quero dinheiro, Lua Lua Lua, Canção da América, Alegria Alegria, Tanto Mar, Mitocôndria, Na gandaia das ondas, Todo o azul do mar, Volte para o seu Lar, Jack Soul Brasileiro, As Cólicas, First Noel, Para Peneirar, Ain’t that good news?, Yonder, A Paz, A Rosa de Hiroshima, Cajuína, Yes indeed!, Wade in the water, Sifuni Mungu, A Velha Cotó, Aleluia, 6ª missa, Fala, Trem das Onze, Domingo no Parque, Tudo vale à pena, Chuck Berry Fields, Planeta Sonho, Mucuripe, Canto dos Indios Craós, Sina, Canoa Canoa, Touradas em Madrid, Balão Azul, Primeira Canção da Estrada, Lata D’água, It’s Raining Men, Laser, Sobradinho... São as algumas poucas músicas que eu consigo lembrar no momento. 13 anos cantando, sem dúvida, me deram um repertório pra vida toda.

E se tem uma experiência do coral que está sempre presente comigo é a lembrança (e a certeza) de que a vida não é fácil.
Mas se fosse fácil não chamavam a gente.

Segunda-feira, Dezembro 29, 2008

Santo tempo passado, Batman!
2009 já tá logo ali…

Quarta-feira, Dezembro 17, 2008

"It goes like this: the forth, the fifth; the minor fall, the major lift...
The baffled king composed the Hallelujah."

Segunda-feira, Dezembro 15, 2008

"Hoje eu quero apenas uma pausa de mil compassos,
Para ver as meninas e nada mais nos braços,
Só esse amor, assim descontraído..."

Terça-feira, Dezembro 09, 2008

Cuz everything is Rent!

2 years later.

Terça-feira, Novembro 11, 2008

Soh porque eu quero escrever algo:

Algo.

Segunda-feira, Outubro 27, 2008

E o telefone toca, e os minutos passam.
E ai vem as risadas, os papos serios e as fofocas.
E os minutos continuam passando.
E a memoria de um momento vivido -- e muito vivido -- vem a tona, fazendo de nos um grande triangulo.
E quando e como, um dia quem sabe?, cada coisa volta -- ou nao -- eu nao sei.

O que eu sei eh o vazio do dia seguinte, de como se eu tivesse passado um fim de semana em outro lugar.
E a saudade, finalmente, comeca a tomar forma.

Nome: Alice...
Idade: 23 anos
E-mail: identifique-se e me pergunte...


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